Respostas curtas sobre de onde vêm os números deste painel e como ler o mapa. Este é um site independente, sem vínculo com o TSE.
De onde vêm os dados?
Dos arquivos oficiais de divulgação de resultados que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publica em resultados.tse.jus.br, no ambiente “oficial”, para o 2º turno de 25 de outubro de 2026 (pleito 3221, eleição 6258, cargo Presidente).
Um servidor deste site lê esses arquivos em intervalos curtos, guarda uma cópia e entrega aos visitantes. Nenhum número é digitado ou estimado aqui. O horário no topo da página é o da totalização informado no próprio arquivo do TSE, e os mesmos números podem ser conferidos no aplicativo Resultados, do TSE.
Quando a página mostra a faixa “Simulação”, os números são fictícios e servem só para demonstrar o painel.
Fontes: Informações técnicas sobre a divulgação de resultados (TSE) · Resultados (TSE)
O que são votos válidos?
Pela legislação eleitoral, voto válido é o voto dado diretamente a um candidato ou a um partido. Votos em branco e nulos não entram nessa conta: os nulos deixaram de ser válidos com o Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965) e os brancos com a Lei nº 9.504/1997.
As porcentagens de Flávio Bolsonaro e de Lula no painel são calculadas pelo TSE sobre os votos válidos. Brancos e nulos aparecem à parte, nos blocos abaixo do placar, como parte do comparecimento.
Fontes: Glossário Eleitoral, “Voto válido” (TSE) · Totalização dos resultados das eleições (TSE)
O que significa o percentual apurado?
No painel ele aparece como “Seções totalizadas”: é a parte das seções eleitorais cujos boletins de urna já foram somados na totalização, em relação ao total de seções do lugar. Não é a porcentagem de votos contados nem a de eleitores.
Cada região envia seus boletins em ritmo diferente, então o resultado parcial pode mudar até o fim da totalização. O resultado só vale depois da totalização e da proclamação pelo TSE.
Como ler o mapa?
O mapa abre em “Quem tem mais votos”: cada município fica com a cor de quem tem mais votos válidos nele, verde para Flávio Bolsonaro (22) e vermelho para Lula (13). Quanto mais forte a cor, maior a vantagem. Cinza é empate, e cinza-escuro é lugar ainda sem seções totalizadas. Isso mostra só quem está à frente em cada cidade, não a divisão dos votos.
Em “Distribuição”, cada estado e cada município é desenhado como uma grade de pontos. Os pontos acesos correspondem à parte das seções já totalizadas naquele lugar; os apagados, às que ainda faltam.
A cor dos pontos acesos segue a divisão dos votos válidos do lugar: verde para Flávio Bolsonaro (22), vermelho para Lula (13). Num estado com 55% e 45%, cerca de 55% dos pontos acesos ficam com a cor de quem tem 55%. Por isso o mapa mostra a divisão dos votos, e não só quem está à frente.
Os contornos dos municípios são do IBGE. Sete municípios criados recentemente ainda não têm contorno no mapa; os votos deles entram no total do estado. Os votos do exterior entram no total do Brasil. Eles aparecem no quadro “Exterior”, no canto do mapa (clique para ver os números no placar), e na última linha da lista de estados, mas não têm desenho no mapa.
Por que a soma dos estados não dá o total do Brasil?
Porque o total do Brasil inclui os votos do exterior, que não pertencem a nenhum estado. Durante a apuração, os arquivos de cada estado e o do Brasil também são gerados pelo TSE em momentos um pouco diferentes. O painel mostra sempre o total do Brasil publicado pelo TSE.
O que quer dizer “Atrasado” ou “Indisponível” no topo?
É o estado da conexão deste site com os dados, não uma informação do TSE. “Atrasado” aparece quando a última leitura falhou ou demorou; “Indisponível”, quando não há leitura válida há mais de 3 minutos. Nos dois casos, os números na tela continuam sendo os da última leitura válida, com a hora do arquivo do TSE.